Em 20 de novembro, o Brasil celebra o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, feriado nacional desde 2023. A data lembra a morte de Zumbi dos Palmares, em 1695, e convida a olhar para a história do país a partir de quem a viveu do lado mais duro: a população negra, que construiu o Brasil e foi, por séculos, apagada dos livros. Este especial reúne o que o Ler Livros publica sobre o tema, em novembro e durante o ano.

Por que ler é parte da data

A literatura brasileira tem autores negros em todas as épocas, de Maria Firmina dos Reis, que publicou o primeiro romance abolicionista escrito por uma mulher em 1859, a Machado de Assis, Lima Barreto, Carolina Maria de Jesus, Conceição Evaristo e os nomes que hoje lideram as listas de mais vendidos. Lê-los é a forma mais direta de entender o que a data significa, sem intermediários.

Para começar

Consciência Negra: 8 livros de autores negros brasileiros

Beatriz Duarte indica oito obras, de Úrsula a Torto Arado, e explica o que cada uma acrescenta à conversa.

Machado de Assis: vida e obra

O maior escritor brasileiro era um homem negro, neto de escravizados alforriados, e costuma ser lido sem que se fale disso.

Lima Barreto: o escritor que escreveu contra o mundo

Do subúrbio carioca, Lima Barreto denunciou o racismo e a hipocrisia da República. Sua obra está em domínio público.

Ler de graça

Maria Firmina dos Reis, Machado de Assis, Lima Barreto e Cruz e Sousa estão em domínio público. Suas obras podem ser baixadas legalmente no Portal Domínio Público e em outras bibliotecas digitais que indicamos.

Tudo sobre o tema

Novos textos sobre a Consciência Negra entram automaticamente na página Tudo sobre Consciência Negra. Este especial é atualizado todo mês de novembro.